
CHARLES RICHET
A GRANDE ESPERANÇA
Sinopse da obra:
Nesta obra o eminente fisiologista Charles Richet se propõe a responder à pergunta: “Por que existes?”
Depois de ter presenciado centenas de fenômenos espíritas, rigorosamente controlados, junto aos mais respeitados psiquistas europeus e norte-americanos, ele refaz a sua pergunta:
“Por que existes?” e responde simplesmente: “Para existir e para ter filhos”.
Todos os fenômenos mediúnicos comprobatórios da sobrevivência do espírito além da morte corporal, mesmo as pesquisas de Sir William Crookes com o espírito de Katie King, não foram suficientes para provar a Richet a imortalidade do ser psíquico.
Vemos isto em suas próprias palavras, como se lê na Segunda Parte desta obra (Livro II, Capítulo 4 - Discussão):
“... Entretanto, ensinamos que a memória é função do cérebro. Se o sangue oxigenado cessa de passar pelo cérebro, mesmo durante um meio minuto, não há mais memória.”
Ainda assim, Richet é considerado um dos grandes colaboradores do Espiritismo, já que a sua intensa participação nas pesquisas dos fenômenos psíquicos, juntamente com Crookes, Lodge, Bozzano, Aksakof e outros, despertou em um grande número de cientistas eminentes o interesse pelos fenômenos extrafísicos.
É importante frisar que suas dúvidas em relação à sobrevivência do espírito em nada diminuem a dignidade desse grande cientista, cujos trabalhos lhe valeram o Prêmio Nobel da Paz, em 1913.
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"O Mal sempre vai e volta"
John Milton



Charles Richet - A Grande Esperança