DR. HYPPOLITE BARADUC

O GRANDE FOTÓGRAFO DO INVISÍVEL

(1850-1902)

 

NÃO EXISTEM TRADUÇÕES DAS OBRAS PARA A LÍNGUA PORTUGUESA

 Apresentação do tema:

O Site vem apresentar agora um grande pesquisador da alma humana o Dr. Hyppolite Baraduc conhecido amplamente dentro do Movimento Espírita da época. Mesmo não sendo espírita demonstrou através da fotografia a imortalidade do espírito humano e suas nuanças. Sendo que os pensamentos-emoções, irradiados por uma pessoa manifestam-se em determinadas formas e cores. Observou-se que o conteúdo moral dos pensamentos determinadas formas. Ódio, amor, felicidade, agressividade, medo, frustração, cada sentimento produzia imagem distinta, específica.

 Apresentação da biografia:

O Dr. Hyppolite Baraduc, foi um dos grandes especialistas de doenças nervosas. Seus estudos sobre a histeria e seus métodos terapêuticos tiveram grande autoridade até o dia em que conheceu a fotografia, quando as coisas oscilaram, quando os fantasmas vieram ao seu encontro nas suas fotografias.

Um dia, fotografou junto a uma janela seu próprio filho que segurava um faisão morto há pouco. A fotografia revelada mostrou-se velada. Uma espécie de nuvem vaporosa, curva, desdobrava-se em leque ao redor da criança com o faisão e parecia fugir pela janela. O Dr. Baraduc viu ali pela primeira vez a aura de uma alma sensível (como uma placa) – a da criança impressionável (como os histéricos), cujos estados de alma podem se inscrever na placa fotográfica. Esse véu, essa velação, esse espectro, Baraduc decidiu lê-lo como a marca da imagem de uma “graça”, como o traço de um “luz invisível”, como um fantasma de um pensamento e de um sentimento experimentado por um individuo em um dado momento. Eis a experiência inaugural.

Afinal, o véu dessa luz invisível, que é a “luz da alma”, Baraduc vai, a partir de então, persegui sistematicamente, tentar o tempo todo suscitá-lo e reproduzi-lo experimentalmente. Depois vai descrever e tipologizar as auras provocadas e fotografadas dessa maneira, de acordo com sua forma, sua textura, sua densidade, sua distribuição etc. O Dr. Baraduc vai elaborar aos poucos uma “teoria dos espectros” à sua maneira inventando e denominando mil conceitos diferentes: força curva, força vital, nimbos e etc.

Fotografia da esposa do Dr. Baraduc, 20 minutos após a sua morte, por Dr. Baraduc em 1898.

Desse modo, por meio de repetições , aproximações e recortes sucessivos, pode constituir-se uma espécie de tipologia dos espectros de afetos, dos fantasmas de paixão. É esse o trabalho da fotografia supra-sensível das forças vitais.

Finalmente, e isso constitui, acredito, um ponto duplo de resultado de todo esse trabalho cientifico, por um lado Baraduc começou a fotografar corpos mortos, “ainda quentes”, para que as força vital transmitisse suas irradiações. Procurava com isso algo como a assinatura de alguns fantasmas “verdadeiros”.

Fonte: Musée critique de la photographie de la Sorbonne

Fonte: Matérias do Site Espírito Org

 

    RELAÇÕES DE OBRAS PARA DOWNLOAD

 

Biografia de Hyppolite Baraduc

 

Hippolyte Baraduc - The Human Soul

 

Hippolyte Baraduc - Les Vibrations - La Vitalité Humaine