WILLIAM CROOKES

O GRANDE CIENTISTA

O  GRANDE PESQUISADOR DO ESPÍRITO

 

O grande pesquisador da mediunidade de Daniel Dunglas Home foi William Crookes ver LINK

Apresentação da biografia:

Sir William Crookes nasceu em  Londres, 17 de junho de 1832 tendo sido o primeiro filho de Joseph Crookes, um alfaiate vindo do norte do país, com a sua segunda esposa, Mary Scott. William recebeu alguma educação em uma escola de ensino médio em Chippenham, mas a sua carreira científica começou quando, aos quinze anos, ingressou no Royal College of Chemistry (Faculdade Real de Química) na Praça Hanover, em Londres, sob a orientação de August Wilhelm Von Hofmann é desencarnou em 4 de abril de 1919.

Foi um químico e físico inglês de renome internacional tendo trazendo imensas inovações no campo da ciência.

No campo de saber da química ele foi sempre mais efetivo na experiência que na interpretação. Sua primeira grande descoberta foi a do elemento tálio, anunciado em 1861. Por esse trabalho, sua reputação ficou solidamente estabelecida e ele foi nomeado membro da Royal Society em 1863 e muitas outras inovações.

No campo da Física a importância mais fundamental foram suas pesquisas sobre a passagem de descargas elétricas através de gases rarefeitos. Descobriu que, à medida que se aumentava à atenuação do gás, o espaço escuro em torno do eletrodo negativo aumentava, enquanto raios, hoje conhecidos como raios catódicos, procediam do elétrodo e muitas outras inovações.

No Campo do Espiritismo:

Em 1870 Crookes decidiu que a ciência tinha a obrigação de estudar os fenômenos associados com o Espiritualismo (Crookes, 1870).

A julgar por cartas de família, Crookes já tinha desenvolvido uma visão favorável ao Espiritualismo por volta de 1860 (Doyle, 1926: volume 1, 232-233). No entanto, ele estava determinado a conduzir sua investigação de forma imparcial e descreveu as condições que ele impunha aos médiuns da seguinte forma:

"Deve ser na minha própria casa e com minha própria seleção de amigos e espectadores, sob minhas próprias condições e podendo eu fazer o que achar melhor quanto a dispositivos" (Doyle, 1926: volume 1, 177).

Entre os médiuns que ele estudou estavam Kate Fox, Florence Cook, e Daniel Dunglas Home (Doyle, 1926: volume 1, 230-251).

Os fenômenos que ele testemunhou incluíram movimento de corpos à distância, tiptologia, alteração de peso dos corpos, levitação, aparência de objetos luminosos, aparência de figuras fantasmagóricas, aparência de escrita sem intervenção humana e circunstâncias que "sugerem a atuação de uma inteligência externa" (Crookes, 1874).

Alguns dos fenômenos registrados, segundo Crookes:

"Em plena luz, vi uma nuvem luminosa pairar sobre um heliotrópio colocado em cima de uma mesa, ao nosso lado, quebrar-lhe um galho, e trazê-lo a uma senhora, e, em algumas ocasiões, percebi uma nuvem semelhante condensar-se sob nossos olhos, tomando uma forma de mão e transportar pequenos objetos". (Opus cit. p. 40)

"Pequena mão de muito bela forma elevou-se de uma mesa da sala de jantar e deu-me uma flor; apareceu e depois desapareceu três vezes, o que me convenceu de que essa aparição era tão real quanto a minha própria mão". (Opus cit. p. 41).

O relatório de Crookes sobre a sua pesquisa, em 1874, concluiu que esses fenômenos não podiam ser explicados como prestidigitação e que pesquisa adicional seria útil. Crookes não estava só nessa opinião. Companheiros cientistas que passaram a confirmar a veracidade da comunicação de espíritos incluíam Alfred Russel Wallace, Oliver Joseph Lodge, Lord Rayleigh, e William James (Doyle, 1926: volume 1, 62).

No entanto, como a maioria dos cientistas tinha a opinião pré-concebida de que o Espiritualismo era fraudulento, o relatório final de Crookes ultrajou de tal modo o "Establishment" científico de então que "falou-se de cancelar sua filiação a Royal Society (Sociedade Real)". Crookes tornou-se mais cauteloso a partir de então e não mais discutiu seu ponto de vista em público até 1898, quando sentiu que sua posição estava segura (Doyle, 1926: volume 1, 169-170). Foi nesse ano, em seu discurso de posse na presidência da British Association for the Advacement of Science (Associação Britânica pelo Avanço da Ciência), que afirmou:

"Já se passaram trinta anos desde que publiquei um relatório dos experimentos tendentes a mostrar que fora de nosso conhecimento científico existe uma Força utilizada por inteligências que diferem da comum inteligência dos mortais ... Nada tenho a me retratar. Confirmo minhas declarações já publicadas. Na verdade, muito teria que acrescentar a isto". (Crookes, 1898).

Daquela data até à de sua morte, em 1919, cartas e entrevistas mostram que Crookes manteve suas considerações em relação à comunicação de espíritos. (Doyle, 1926: volume 1, 249-251).

  Fonte: Sir William Crookes Spiritist Society

 

RELAÇÃO DE OBRAS PARA DOWNLOAD

 

Biografia de William Crookes

 

William Crookes - Fatos Espíritas