Paulo Alves de Godoy

O GRANDE JORNALISTA ESPÍRITA

    (1914 - 2001)

 Introdução do tema:

O site vem apresentar este autor e juntamente com as suas 2 obras que foram frutos de uma vasta pesquisa histórica dos grandes personagens luminares que ajudaram a levar adiante a tocha da Doutrina dos Espíritos.

Irmãos W.

Biografia de Paulo Alves Godoy:

Companheiro de grandes atividades no Movimento Espírita, especialmente no terreno jornalístico e como escritor.

Paulo Alves Godoy nasceu na cidade de São Paulo SP, no dia 22 de setembro de 1914. Foram seus pais José Alves, português, e D. Cesarina Alves Godoy, brasileira. Residiu por algum tempo em Araguari (MG), onde iniciou os seus estudos primários, concluindo o o curso ginasial em São Paulo. Trabalhou durante 33 anos no Frigorífico Armour do Brasil S/A e, posteriormente no Frigorífico Bourbon, onde exerceu diversos cargos, inclusive o de chefia geral. Colaborou em diversos órgãos da imprensa paulistana.

Seus pais eram espíritas e o encaminharam ao Espiritismo desde sua infância, porém considerou-se praticante a partir de 1938, quando foi eleito pela primeira vez como secretário do Centro Espírita Bezerra de Menezes no bairro da Lapa, São Paulo.

Exerceu cargo de diretoria em diversas instituições: União Federativa Espírita Paulista, delegado da Confederação Espírita Panamericana, em São Paulo, membro do conselho deliberativo da FEESP e conselheiro da USE e da Liga Espírita do Estado de São Paulo.

Em 1940, juntamente com Francisco Arcari e Antônio Alves Pereira, lançou o boletim O Semeador (já extinto) no Centro Espírita Bezerra de Menezes. Em 1947 dirigiu a revista O Revelador, e no ano seguinte fundou o jornal Unificação, órgão da USE, sendo responsável pela edição. Em fevereiro de 1966, fundou o jornal O Semeador, órgão da Federação Espírita do Estado de São Paulo, onde permaneceu até sua desencarnação.

Paulo Alves Godoy viajou por todo o Estado de São Paulo e também Estados do sul do Brasil a serviço da Doutrina Espírita, como palestrante. Colaborou com inúmeros órgãos da Imprensa Espírita em quase todos os Estados e no exterior, especialmente Argentina e Portugal.

Constam de sua bibliografia os seguintes livros: Personagens do Espiritismo, de parceria com Antônio Lucena; Crônicas Evangélicas; O Evangelho pede licença; Grandes vultos do Espiritismo; As maravilhosas parábolas de Jesus; Momentos de prece; Os padrões evangélicos; Quando Jesus teria sido maior?; Os quatro sermões de Jesus; O evangelho por dentro; Jesus Cristo, a luz do mundo; Evangelho de redenção; Os casos controvertidos do Evangelho e Evangelho misericordioso.

Foi casado com D. Olga Santos Alves, que lhe precedeu na Vida Espiritual, há pouco tempo. Deixou três filhos: Jeane, Míriam e Wagner, que lhe deram diversos netos.

No dia 19 de abril de 2001, em sua terra natal, regressou à Pátria Espiritual, tranqüilo e sereno, na certeza de que bem cumpriu o seu mandato, como seguidor de Jesus.

Antonio de Souza Lucena

Fontes: Anuário Espírita 2002 - IDE

Fontes: Federação Espírita do Paraná (FEP)

Fontes: Portal - Luz Espírita

"O Espiritismo - diz Allan Kardec - só estabelece como princípio absoluto o que está absolutamente provado, ou o que resulta logicamente da observação.

No tocante a todos os ramos da organização social, aos quais dá o apoio das suas próprias descobertas, assimilará sempre todas as doutrinas progressivas, seja qual for sua ordem, desde que tenham chegado ao estado de verdades práticas e saído do domínio da utopia, sem o que ele se suicidaria.

Deixando de ser o que é, trairia sua origem e seu objetivo providencial.

Caminhando com o progresso, o espiritismo jamais será ultrapassado, porque se novas descobertas lhe mostrarem que está errado num ponto, ele se modificará nesse ponto. Se uma nova descoberta for revelada, ele a aceitará"

Allan Kardec "O Codificador da Doutrina Espírita"

 

RELAÇÃO DE OBRAS PARA DOWNLOAD

 

Biografia de Paulo Alves Godoy

 

Paulo Alves de Godoy e Antonio de Souza Lucena - Personagens do Espiritismo

 

Paulo Alves de Godoy - Os Grandes Vultos do Espiritismo