Jules Eugène Lenepveu

Jeanne d'Arc sur le bûcher

 

Léon Denis - Joana D'arc

Suas vozes, visões, premonições.

Seu modo de ver atual expresso em mensagem
 

Título Original em Francês

Léon Denis - Jeanne D'Arc Medium

Ses Voix, Ses Visons, Ses Premonitions

Ses Vues Actuelles Exprimees En Ses Propres Messages

França (1910)

Sinopse da obra:

Nesta obra Léon Denis narra a vida e a missão de Joana d’Arc, a grande heroína francesa do século XV.

Nascida como humilde camponesa, sem qualquer tipo de instrução, mas portadora de extraordinários dons mediúnicos, Joana obtinha com freqüência as visões do Além e a audição de vozes, as quais a guiaram e sustentaram na grande missão que desempenhou, libertando sua pátria do domínio inglês, além de pacificá-la e uni-la.

Os fatos mediúnicos que cercaram Joana – e que o Espiritismo explica –, como suas visões, premonições, audição de vozes, são analisados como fenômenos mediúnicos que a ignorância e a mentira tentaram desvirtuar.

Histórico da França no período de Joana D'arc:

A França era um país curvado ao poderio inglês. Não era propriamente um país como hoje é conhecido. Constituía-se de vários feudos.

E foi numa aldeia ignorada até então que, em 1412 nasceu uma criança que se tornaria célebre e célebre faria Domremy.

Filha de pobres lavradores, aprendeu a fiar a lã junto com sua mãe e guardava o rebanho de ovelhas. Teve três irmãos e uma irmã. Não aprendeu a ler, nem a escrever, pois cedo o trabalho lhe absorveu as horas.

A aldeia era bastante afastada e os rumores da guerra demoravam a chegar. Finalmente, um dia, Joana d'Arc tomou contato com os horrores da guerra, quando as tropas inglesas se aproximaram e toda a família precisou fugir e se esconder.

Aos 12 anos começou a ter visões. Era um dia de verão, ao meio-dia. Joana orava no jardim próximo à sua casa, quando escutou uma voz que lhe dizia para ter confiança no Senhor. A figura que ela divisou, identificou como sendo a do arcanjo São Miguel. As duas mensageiras espirituais que o acompanhavam, como Catarina e Margarida, santas conforme a Igreja que ela freqüentava.

Eles lhe falam da situação do país e lhe revelam a missão. Ela deve ir em socorro do Delfim e coroá-lo rei de França.

Durante 4 anos, ela hesitou e a história de suas visões começou a se espalhar. Ao alvorecer de um dia de inverno, ela se levanta. Está decidida. Prepara uma ligeira bagagem, um embrulhozinho, um bastão de viagem, murmura adeus aos seus pais e parte. Nunca mais aquela aldeia da Lorena a verá.

O objetivo era provar que Joana era uma enviada do demônio. Conseqüentemente, se desmoralizaria o rei Carlos VII. Afinal, que espécie de rei era aquele que se deixara enganar por uma bruxa?

Durante 6 meses ela é submetida a uma verdadeira tortura moral. Os interrogatórios são longos, cansativos. Finalmente, a execução se dá na praça central de Roeun, no dia 30 de maio de 1431.

Seu cabelo foi raspado e, por temerem a reação do povo, 120 homens armados a escoltam até o local. Ela é atada a um poste e a fogueira é acesa.

Quando as chamas a envolvem e lhe mordem as carnes, ela exclama: "Sim, minhas vozes eram de Deus! Minhas vozes não me enganaram."

Era a prova inequívoca da mediunidade que lhe guiara a trajetória terrena.

No capítulo XXXI de O Livro dos Médiuns, vindo a lume no ano de 1861, quando o Codificador reúne Dissertações Espíritas, confere à de Joana D'Arc o número 12, onde ela se dirige aos médiuns, em especial, concitando-os ao exercício do mediunato.

Recomenda-lhes, ainda, que confiem em seu anjo guardião e que lutem contra o escolho da mediunidade que é o orgulho.

Conselhos que ela, em sua vida terrena, na qualidade de médium, muito bem seguira.

Léon Denis

Ver no site o Biógrafo de Léon Denis "Henri Regnault"

Ver no site a Obra de Allan Kardec "O Livro dos Médiuns"

Fontes: Portal Histoire de France

Fontes: Musée Jeanne D'Arc de Rouen

Léon Denis demonstra nitidamente a mediunidade de Jeanne D'Arc.

Ela teve fenômenos de visão: viu os espíritos que lhe falavam. Ouviu as vozes desses espíritos e teve, igualmente clarividência. Em Chinon, por exemplo, ela anunciou a um soldado sua morte a sua morte, dizendo-lhe que lhe seria melhor orar que praguejar. Pressentiu que devia ser ferida, em 7 de maio de 1429 e, com efeito, nesse dia foi ferida.

Léon Denis "Joana D'Arc"

"Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium."

Allan Kardec "Cap. XIV - O Livro dos Médiuns"

 

RELAÇÃO DE OBRAS PARA DOWNLOAD

 

  Textos Introdutórios da Obra "Joana D'Arc" de Léon Denis (Por Henri Regnault o Biógrafo de Léon Denis)

 

Léon Denis - Joana D'Arc PDF

 

Léon Denis - Joana D'Arc DOC

 

Léon Denis - Jeanne D'Arc Medium (1910) (Fr.)