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JORGE HESSEN

A HISTÓRIA DO ESPIRITISMO NO MATO GROSSO

(1896 - 2013)

 

ANUÁRIO HISTÓRICO ESPÍRITA DA USE-SP

ORGANIZAÇÃO EDUARDO CARVALHO MONTEIRO

 

OS GRANDES DESBRAVADORES

DO ESPIRITISMO EM MATO GROSSO

(JORGE HESSEN - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal)

 

Anuário Histórico Espírita da USE-SP
Organização Eduardo Carvalho Monteiro

 

 

 

 

OS GRANDES DESBRAVADORES DO

 ESPIRITISMO EM MATO GROSSO

 

(JORGE HESSEN - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal)

 

Fac-símile do Jornal A Verdade de 1894

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Manoel Viana de Carvalho

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Capitão Pedro Ponce

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Rafael Verlangiere

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Cuiabá em 1919

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

D. Carlos Luiz D'Amour

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Aristotelino Alves Praeiro

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Entrada do Centro Espírita Cuiabá em 2011

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Fac símile da capa original dos anais para fundação da Federação MT

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Reunião Federativa em 1958. Em pé ao centro Aristotelino Alves Praeiro (terno branco, gravata escura)

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Fac símile da capa original dos Estatutos da FEEMT

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Fachada da sede da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso em 2011

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Manoel Miraglia

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Divaldo Pereira Franco, Aristotelino Alves Praeiro e Manoel Miraglia em 1971

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Aristotelino Alves Praeiro em 1983

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

Fac símile da Revista Reformador de agosto de 1993 sobre o desencarne Aristotelino Alves Praeiro

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

O médium Wagner Gomes da Paixão (Psicografou uma mensagem ditada pelo espírito desencarnado de Aristotelino Alves Praeiro)

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

 

Nota - Todos os documentos, reportagens, entrevistas, fotos, comentários, definições, declarações e opiniões em torno de Aristotelino Alves Praeiro e da Fundação da Federação Espírita do Mato Grosso foram compiladas pelo escritor espírita Jorge Hessen que foi publicado na obra "Praeiro, Peregrino da terra do pantanal".

A obra representa um grande manancial de conhecimentos da História Doutrina Espírita e dos Grandes Bandeirantes que levaram os estandartes dos ensinamentos de Cristo aos rincões do Brasil.

Jorge Hessen - Praeiro, Peregrino da terra do pantanal

 

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.
Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!
A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante.
Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará.
A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita.
Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.
Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade.

1 Coríntios 13:1-13

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.
Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!
A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante.
Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará.
A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita.
Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.
Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade.

1 Coríntios 13:1-13