Portrait de Allan kardec, Dessiné et Lithographié Par M. Bertrand, Artiste Peintre (Séc. XIX) Bibliothèque Nationale de France, Département Estampes et Photographie

 

HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL

ALLAN KARDEC

O GRANDE CIENTISTA DO INVISÍVEL

(1804 - 1869)

 

Obras completas de Allan Kardec

Em E.book

GRÁTIS PARA ABAIXAR

 

 

Biografia de Allan Kardec:

Nascido em Lyon, a 3 de outubro de 1804, de uma família antiga que se distinguiu na magistratura e na advocacia, Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) não seguiu essas carreiras. Desde a primeira juventude, sentiu-se inclinado ao estudo das ciências e da filosofia.

Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos desse célebre professor e um dos zelosos propagandistas do seu sistema de educação, que tão grande influência exerceu sobre a reforma do ensino na França e na Alemanha.

Dotado de notável inteligência e atraído para o ensino, pelo seu caráter e pelas suas aptidões especiais, já aos catorze anos ensinava o que sabia àqueles dos seus condiscípulos que haviam aprendido menos do que ele. Foi nessa escola que lhe desabrocharam as idéias que mais tarde o colocariam na classe dos homens progressistas e dos livre-pensadores.

Nascido sob a religião católica, mas educado num país protestante, os atos de intolerância que por isso teve de suportar, no tocante a essa circunstância, cedo o levaram a conceber a idéia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou em silêncio durante longos anos com o intuito de alcançar a unificação das crenças. Faltava-lhe, porém, o elemento indispensável à solução desse grande problema.

O Espiritismo veio, a seu tempo, imprimir-lhe especial direção aos trabalhos.

Concluídos seus estudos, voltou para a França. Conhecendo a fundo a língua alemã, traduzia para a Alemanha diferentes obras de educação e de moral e, o que é muito característico, as obras de Fénelon, que o tinham seduzido de modo particular.

Era membro de várias sociedades sábias, entre outras, da Academia Real de Arras, que, em o concurso de 1831, lhe premiou uma notável memória sobre a seguinte questão: Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?

De 1835 a 1840, fundou, em sua casa, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada, Astronomia, etc., empresa digna de encômios em todos os tempos, mas, sobretudo, numa época em que só um número muito reduzido de inteligências ousava enveredar por esse caminho.

Preocupado sempre com tornar atraentes e interessantes os sistemas de educação, inventou, ao mesmo tempo, um método engenhoso de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História de França, tendo por objetivo fixar na memória as datas dos acontecimentos de maior relevo e as descobertas que iluminaram cada reinado.

Entre as suas numerosas obras de educação, citaremos as seguintes: Plano proposto para melhoramento da Instrução pública (1828); Curso prático e teórico de Aritmética, segundo o método Pestalozzi, para uso dos professores e das mães de família (1824); Gramática francesa clássica (1831); Manual dos exames para os títulos de capacidade; Soluções racionais das questões e problemas de Aritmética e de Geometria (1846); Catecismo gramatical da língua francesa (1848); Programa dos cursos usuais de Química, Física, Astronomia, Fisiologia, que ele professava no Liceu Polimático; Ditados normais dos exames da Municipalidade e da Sorbona, seguidos de Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas (1849), obra muito apreciada na época do seu aparecimento e da qual ainda recentemente eram tiradas novas edições.

Antes que o Espiritismo lhe popularizasse o pseudônimo de Allan Kardec, já ele se ilustrara, como se vê, por meio de trabalhos de natureza muito diferente, porém tendo todos, como objetivo, esclarecer as massas e prendê-las melhor às respectivas famílias e países.

Pelo ano de 1855, posta em foco a questão das manifestações dos Espíritos, Allan Kardec se entregou a observações perseverantes sobre esse fenômeno, cogitando principalmente de lhe deduzir as conseqüências filosóficas. Entreviu, desde logo, o princípio de novas leis naturais: as que regem as relações entre o mundo visível e o mundo invisível. Reconheceu, na ação deste último, uma das forças da Natureza, cujo conhecimento haveria de lançar luz sobre uma imensidade de problemas tidos por insolúveis, e lhe compreendeu o alcance, do ponto de vista religioso.

Suas obras principais sobre esta matéria são: O Livro dos Espíritos, referente à parte filosófica, e cuja primeira edição apareceu a 18 de abril de 1857; O Livro dos Médiuns, relativo à parte experimental e científica (janeiro de 1861); O Evangelho segundo o Espiritismo, concernente à parte moral (abril de 1864); O Céu e o Inferno, ou A justiça de Deus segundo o Espiritismo (agosto de 1865); A Gênese, os Milagres e as Predições (janeiro de 1868); A Revista Espírita, jornal de estudos psicológicos, periódico mensal começado a 1º de janeiro de 1858. Fundou em Paris, a 1º de abril de 1858, a primeira Sociedade espírita regularmente constituída, sob a denominação de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, cujo fim exclusivo era o estudo de quanto possa contribuir para o progresso da nova ciência. Allan Kardec se defendeu, com inteiro fundamento, de coisa alguma haver escrito debaixo da influência de idéias preconcebidas ou sistemáticas. Homem de caráter frio e calmo, observou os fatos e de suas observações deduziu as leis que os regem. Foi o primeiro a apresentar a teoria relativa a tais fatos e a formar com eles um corpo de doutrina, metódico e regular.

Demonstrando que os fatos erroneamente qualificados de sobrenaturais se acham submetidos a leis, ele os incluiu na ordem dos fenômenos da Natureza, destruindo assim o último refúgio do maravilhoso e um dos elementos da superstição.

Durante os primeiros anos em que se tratou de fenômenos espíritas, estes constituíram antes objeto de curiosidade, do que de meditações sérias. O Livro dos Espíritos fez que o assunto fosse considerado sob aspecto muito diverso. Abandonaram-se as mesas girantes, que tinham sido apenas um prelúdio, e começou-se a atentar na doutrina, que abrange todas as questões de interesse para a Humanidade.

Data do aparecimento de O Livro dos Espíritos a fundação do Espiritismo que, até então, só contara com elementos esparsos, sem coordenação, e cujo alcance nem toda gente pudera apreender. A partir daquele momento, a doutrina prendeu a atenção de homens sérios e tomou rápido desenvolvimento. Em poucos anos, aquelas idéias conquistaram numerosos aderentes em todas as camadas sociais e em todos os países. Esse êxito sem precedentes decorreu sem dúvida da simpatia que tais idéias despertaram, mas também é devido, em grande parte, à clareza com que foram expostas e que é um dos característicos dos escritos de Allan Kardec.

Evitando as fórmulas abstratas da Metafísica, ele soube fazer que todos o lessem sem fadiga, condição essencial à vulgarização de uma idéia. Sobre todos os pontos controversos, sua argumentação, de cerrada lógica, poucas ensanchas oferece à refutação e predispõe à convicção. As provas materiais que o Espiritismo apresenta da existência da alma e da vida futura tendem a destruir as idéias materialistas e panteístas. Um dos princípios mais fecundos dessa doutrina e que deriva do precedente é o da pluralidade das existências, já entrevisto por uma multidão de filósofos antigos e modernos e, nestes últimos tempos, por João Reynaud, Carlos Fourier, Eugênio Sue e outros. Conservara-se, todavia, em estado de hipótese e de sistema, enquanto o Espiritismo lhe demonstrara a realidade e prova que nesse princípio reside um dos atributos essenciais da Humanidade. Dele promana a explicação de todas as aparentes anomalias da vida humana, de todas as desigualdades intelectuais, morais e sociais, facultando ao homem saber donde vem, para onde vai, para que fim se acha na Terra e por que aí sofre.

As idéias inatas se explicam pelos conhecimentos adquiridos nas vidas anteriores; a marcha dos povos e da Humanidade, pela ação dos homens dos tempos idos e que revivem, depois de terem progredido; as simpatias e antipatias, pela natureza das relações anteriores. Essas relações, que religam a grande família humana de todas as épocas, dão por base, aos grandes princípios de fraternidade, de igualdade, de liberdade e de solidariedade universal, as próprias leis da Natureza e não mais uma simples teoria.

Em vez do postulado: Fora da Igreja não há salvação, que alimenta a separação e a animosidade entre as diferentes seitas religiosas e que há feito correr tanto sangue, o Espiritismo tem como divisa: Fora da Caridade não há salvação, isto é, a igualdade entre os homens perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.

Em vez da fé cega, que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inabalável, senão a que pode encarar face a face a razão, em todas as épocas da Humanidade. A fé, uma base se faz necessária e essa base é a inteligência perfeita daquilo em que se tem de crer. Para crer, não basta ver, é preciso, sobretudo, compreender. A fé cega já não é para este século. É precisamente ao dogma da fé cega que se deve ser hoje tão grande o número de incrédulos, porque ela quer impor-se e exige a abolição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre-arbítrio.

Trabalhador infatigável, sempre o primeiro a tomar da obra e o último a deixá-la, Allan Kardec sucumbiu, a 31 de março de 1869, quando se preparava para uma mudança de local, imposta pela extensão considerável de suas múltiplas ocupações. Diversas obras que ele estava quase a terminar, ou que aguardavam oportunidade para vir a lume, demonstrarão um dia, ainda mais, a extensão e o poder das suas concepções.

Morreu conforme viveu: trabalhando. Sofria, desde longos anos, de uma enfermidade do coração, que só podia ser combatida por meio do repouso intelectual e pequena atividade material. Consagrado, porém, todo inteiro à sua obra, recusava-se a tudo o que pudesse absorver um só que fosse de seus instantes, à custa das suas ocupações prediletas. Deu-se com ele o que se dá com todas as almas de forte têmpera: a lâmina gastou a bainha.

O corpo se lhe entorpecia e se recusava aos serviços que o Espírito lhe reclamava, enquanto este último, cada vez mais vivo, mais enérgico, mais fecundo, ia sempre alargando o círculo de sua atividade.

Nessa luta desigual não podia a matéria resistir eternamente. Acabou sendo vencida: rompeu-se o aneurisma e Allan Kardec caiu fulminado. Um homem houve de menos na Terra; mas, um grande nome tomava lugar entre os que ilustraram este século; um grande Espírito fora retemperar-se no Infinito, onde todos os que ele consolara e esclarecera lhe aguardavam impacientemente à volta!

A morte, dizia, faz pouco tempo, redobra os seus golpes nas fileiras ilustres!... A quem virá ela agora libertar?

Ele foi, como tantos outros, recobrar-se no Espaço, procurar elementos novos para restaurar o seu organismo gasto por um vida de incessantes labores. Partiu com os que serão os fanais da nova geração, para voltar em breve com eles a continuar e acabar a obra deixada em dedicadas mãos.

O homem já aqui não está; a alma, porém, permanecerá entre nós. Será um protetor seguro, uma luz a mais, um trabalhador incansável que as falanges do Espaço conquistaram. Como na Terra, sem ferir a quem quer que seja, ele fará que cada um lhe ouça os conselhos oportunos; abrandará o zelo prematuro dos ardorosos, amparará os sinceros e os desinteressados e estimulará os mornos. Vê agora e sabe tudo o que ainda há pouco previa! Já não está sujeito às incertezas, nem aos desfalecimentos e nos fará partilhar da sua convicção, fazendo-nos tocar com o dedo a meta, apontando-nos o caminho, naquela linguagem clara, precisa, que o tornou aureolado nos anais literários.

Já não existe o homem, repetimo-lo. Entretanto, Allan Kardec é imortal e a sua memória, seus trabalhos, seu Espírito estarão sempre com os que empunharem forte e vigorosamente o estandarte que ele soube sempre fazer respeitado.

Uma individualidade pujante constituiu a obra. Era o guia e o fanal de todos. Na Terra, a obra subsistirá o obreiro. Os crentes não se congregarão em torno de Allan Kardec; congregar-se-ão em torno do Espiritismo, tal como ele o estruturou e, com os seus conselhos, sua influência, avançaremos, a passos firmes, para as fases ditosas prometidas à Humanidade regenerada.

Fontes: CEI - Conselho Espírita Internacional, Extraída de Obras Póstumas.

Discurso Pronunciado Junto ao Túmulo de Allan Kardec no Cimetière Père Lachaise pelo Astrônomo Camille Flammarion:

Voltaste a esse mundo donde viemos e colhes o fruto de teus estudos terrestres. Aos nossos pés dorme o teu envoltório, extinguiu-se o teu cérebro, fecharam-se-te os olhos para não mais se abrirem, não mais ouvida será a tua palavra... Sabemos que todos havemos de mergulhar nesse mesmo último sono, de volver a essa mesma inércia, a esse mesmo pó. Mas, não é nesse envoltório que pomos a nossa glória e a nossa esperança. Tomba o corpo, a alma permanece e retorna ao Espaço. Encontrar-nos-emos num mundo melhor e no céu imenso onde usaremos das nossas mais preciosas faculdades, onde continuaremos os estudos para cujo desenvolvimento a Terra é teatro por demais acanhado. (...) Até à vista, meu caro Allan Kardec, até à vista!"

Apresentação do site

Projeto "Começar pelo Começo"

Poucas pessoas conhecem a proposta de base moral com a conseqüência religiosa do Espiritismo, permanecendo a maioria na superficialidade, portanto, não usufruindo da sabedoria que os espíritos superiores passaram a Allan Kardec. A legítima fonte das verdades espíritas está exclusivamente na Codificação realizada por Allan Kardec.

As cinco obras fundamentais que versam sobre o Espiritismo são: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno, A Gênese.

Existem as consagradas obras complementares  que têm fortalecido as pilastras do edifício doutrinário.

O assunto pode ser lido na íntegra na entrevista abaixo.

Link: Segue a entrevista inédita de Jorge Hessen com o Ex-Presidente da FEB sobre os novos rumos da Doutrina Espírita e o Projeto “Começar pelo Começo”

Filme da vida e o trabalho de Allan Kardec

O Espiritismo De Kardec Aos Dias De Hoje - Filme Completo (Documentário Produzido pela Federação Espírita do Brasil)  

A História do Espiritismo - Allan Kardec O Codificador da Doutrina Espírita (Um breve histórico em áudio sobre a vida de Allan Kardec) 

Relação Biografias de Allan Kardec

Allan Kardec - Obras Póstumas (Biografia de Allan Kardec por A. Desliens - Discurso pronunciado junto ao túmulo de Allan Kardec por C. Flammarion)

5 Biografias Completas de Allan Kardec - LINK
(André Dumas - Allan Kardec sua Vida e sua Obra, Carlos Imbassahy - A Missão de Allan Kardec, Chrysanto de Brito - Allan Kardec e o Espiritismo, Henri Sausse - Biografia de Allan Kardec, Julio Abreu Filho - Biografia de Allan Kardec)

Zêus Wantuil - Francisco Thiesen (Pesquisas Biobibliográficas sobre Allan Kardec - Vol. 01 e Vol. 2) (A Grande História do Movimento Espírita)

Biografia de Amélie Boudet (Mulher de Allan Kardec)

Ermance Dufaux (A médium de Allan Kardec)

Gráfico das obras resumidas de Allan Kardec

1 - Obras Básicas da Doutrina Espírita

Allan Kardec - O Livro dos Espíritos (Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade - Segundo os ensinos dados por Espíritos superiores com o concurso de diversos médiuns - Recebidos e Coordenados por Allan Kardec -  Paris, 18 de abril de 1857)

Allan Kardec - O Livro dos Médiuns (Guia dos médiuns e dos evocadores, contendo o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações e os meios de comunicação com o mundo invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação ao Livro dos Espíritos por Allan Kardec - Paris, 15 de janeiro de 1861)

Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo (Contendo a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida - Por Allan Kardec - Paris, abril de 1864.)

Allan Kardec - O Céu e o Inferno (Contendo o exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte. Por Allan Kardec - Paris, 1º de agosto de 1865)

Allan Kardec - A Gênese (A Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. - A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. - Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. - Para Deus, o passado e o futuro são o presente. Por Allan kardec - Paris 6 de janeiro de 1868)

Baixar as Obras Básicas da Doutrina Espírita (Allan Kardec)

2 - Obras Complementares

Allan Kardec - O que é o Espiritismo (Introdução ao conhecimento do mundo invisível, pelas manifestações dos Espíritos. Contém o resumo dos princípios da Doutrina Espírita e resposta às principais objeções que podem ser apresentadas - Por Allan kardec - Paris, Julho de 1865)

Allan Kardec - O Principiante Espírita (Reprodução parcial (capítulos II e III) da obra “O que é o Espiritismo”)

Allan Kardec - Viagem Espírita em 1862 (Contém: 1. As observações sobre o estado do Espiritismo - 2. As instruções dadas nos diferentes Grupos - 3. As instruções sobre a formação de Grupos e Sociedades, e um modelo de Regulamento para seu uso - Por Allan Kardec - Paris, novembro de 1862)

Allan Kardec - A Prece Segundo o Evangelho (Mais do que uma simples coletânea de preces, este livro reúne o conteúdo dos capítulos 25 a 28 de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec, analisando e detalhando a prece em seus diversos aspectos: qualidade, eficácia, ação e inteligibilidade, bem como a felicidade, a paz de espírito e a serenidade)

Allan Kardec - Instruções Práticas sobre as Manifestações Espíritas (Esta é, possivelmente, a obra menos conhecida de Kardec: um manual dedicado aos médiuns. Lançada em 1858, ela serviu como uma espécie de “versão prévia” da obra definitiva “O Livro dos Médiuns”, que a substituiria, segundo as palavras de Kardec)

Allan Kardec - Revista Espírita (Importante periódico mensal publicado sob a responsabilidade direta de Allan Kardec nos anos de 1858 a 1869 - Edições da FEB)

3 - Folhetos de divulgação do Espiritismo

Allan Kardec - O Espiritismo em sua mais simples expressão (Exposição sumária do ensino dos espíritos e de suas manifestações - por Allan Kardec - Paris, 15 de janeiro de 1862) (A Primeira Obra Traduzida de Allan kardec para Língua Portuguesa por Alexandre Canu em 1862)

Allan Kardec - Resumo da Lei dos fenômenos espíritas (Algumas passagens extraídas dos numerosos artigos que Allan kardec publicou na Revista Espírita de 1858 a 1869)

4 - Textos organizados por terceiros, contendo textos extraídos das obras de Allan Kardec

Allan Kardec - Conselhos Reflexões e Máximas de Allan Kardec (Fragmentos extraídos dos doze primeiros anos da “Revista Espírita” publicadas por Allan Kardec)

Allan Kardec - Caráter da Revelação Espírita (Esse texto foi divulgado como opúsculo de Kardec; mas ele é, na verdade, uma cópia exata do capítulo I de “A Gênese”)

Allan Kardec - Resposta de Allan Kardec a um artigo publicado na Gazeta de Lyon, publicado em 1860 (A Defesa da Doutrina Espírita por Allan Kardec)

Allan Kardec - Resposta de Allan Kardec a uma mensagem dos espíritas de Lyon por ocasião do Ano Novo (Opúsculo que Allan Kardec dirigiu ao movimento espírita de Lyon publicado em 1862)

Allan Kardec - Estudo acerca da Poesia Medianímica (Coletânea de Poesias recebidas pelo médium Vavasseur, em que Kardec coloca seus comentários e interpretações), publicado em 1867)

Allan Kardec e a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas (Pesquisas de Fatos Históricos Dedicados a Doutrina Espírita)

Publicações de Jornais e Periódicos Espíritas Clássicos do Período de Allan Kardec (Jornal Espírita - O Eco de Além-Túmulo - Monitor do Espiritismo no Brasil, Journal Périodique - Le Spiritisme A Lyon, Journal Périodique - L' Union Spirite Bordelaise, Revista Mensual - El Criterio Espiritista, Journal Spiritisme - La Vérité - Lyon, Journal du Spiritisme - Le Sauveur des Peuples, Journal du Spiritisme - La Lumière, Journal du Spiritisme - La Voix d’Outre-Tombe, The Spiritual Magazine)

As Bibliografias Contidas nas Revistas Espíritas Publicados por Allan Kardec (1858 à 1869) (Ermance Dufaux, Barão de Guldenstubbe, Paul Auguez, Docteur Grand, Spirite de Metz, Le Spiritisme ou Spiritualisme A Metz, Clémence Guérin - Essai Biographique sur Andrew Jackson Davis, Fables et poésies diverses par Sprit Frappeur, Eugène Bonnemère, Michel Bonnamy, Henry Stecki, Élie Sauvage, Madame W. Krell, Jean Baptiste Borreau e muitos outros)

5 - O Professor Rivail e Allan Kardec

01 - O Professor Rivail  Obras raras publicadas pelo Prof. Rivail antes de se tornar o futuro Codificador da Doutrina Espírita (Allan kardec)

H.- L.- D. RIVAIL - Plano proposto para a melhoria da educação pública,
H.- L.- D. RIVAIL - Discurso pronunciado na distribuição de prêmios,
H.- L.- D. RIVAIL - Projeto de reforma de exames e de educandários para moças,
H. L. D. Rivail - Cours pratique et théorique d'arithmétique - Tome Premier/Tome Second,
H. L. D. Rivail - Cours complet théorique et pratique d'arithmétique contenant près de 3000 exercices.
02 - O Professor Rivail (O resgate histórico das lutas travadas antes de se tornar O Grande Codificador da Doutrina Espírita) Oferecemos mais um precioso “achado” que o site logrou nos bastidores das bibliotecas europeias. Brindamos os leitores espíritas com o original (sem tradução para o português) de uma relíquia literária, cujo autoria é creditada a Hippolyte Léon Denizard Rivail e Léonard Joseph Urbain Napoléon Gallois. Refere-se a uma peça teatral (comédia) chamada Une Passion de Salon que foi editada na França em 1846 e destinada aos espetáculos da Europa do século XIX.

03 - O Professor Rivail (Gravuras e fotos de Allan Kardec) Portrait de M. Allan Kardec, Dessiné et Lithographié par M. BERTRAND, Artiste Peintre. (Séc. XIX)

6 - Obras de Allan Kardec em outros idiomas

Obras de Allan Kardec publicadas em outros idiomas (Francês, Espanhol, Inglês, Italiano, Alemão, Países Baixos, Russo, Esperanto)

As Primeiras Edições das Obras Codificadas por Allan Kardec em Francês (Allan Kardec - Le Livre des Esprits - 14ª Édition (1866) , Allan Kardec - L'Évangile selon le spiritisme - 4ª Édition (1868), Allan Kardec - Le Livre des Médium - 6ª Édition (1863), Allan Kardec - Le Ciel et l'enfer ou La justice divine Selon le Spiritisme - 1ª Édition (1865), Allan Kardec - La Genèse - Les Miracles et les Prédictions Selon le Spiritisme - 4ª Édition (1868), Allan Kardec - Le Spiritisme à sa plus simple expression - 1ª Édition (1862), Allan Kardec - Qu'est-ce que le Spiritisme - 6ª Édition (1865), Allan Kardec - Résumé de la loi des phénomènes spirites - 1ª Édition (1864), Allan Kardec - Voyage Spirite en 1862 - 1ª Édition (1862), Allan Kardec - Caractères de la révélation spirite (1868), Allan Kardec - Instruction pratique sur les manifestations spirites - 1ª Édition (1858), Allan Kardec - Revue Spirite - Journal D' Etutes Psycholigiques - 1ª Édition (1858), Oeuvres Posthumes / Allan Kardec - 6ª Édition (1912))

Links Interessantes sobre Allan Kardec

Locais relacionados a Allan Kardec, em Paris atualmente LINK

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