Porta retrato Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) - Titulo a la imagen [Allan Kardec-spirite] - Ilustraciones y Fotos - Colección Muruais - (Séc. XIX)

Biblioteca Pública del Estado en Pontevedra - España

 

HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL

ALLAN KARDEC

O GRANDE CIENTISTA DO INVISÍVEL

(1804 - 1869)

 

Obras completas de Allan Kardec

Em E.book

GRÁTIS PARA ABAIXAR

 

 

 

Túmulo de Allan Kardec

Cemitério do Père-Lachaise, Paris, França

Discurso de Camille Flammarion proferido no túmulo de Allan Kardec

Depois que o Sr. Vice-Presidente da Sociedade, na tumba do mestre, fez a prece pelos mortos e, em nome da Sociedade testemunhou os sentimentos de pesar que acompanham o Sr. Allan Kardec à sua partida desta vida, o Sr. Camille Flammarion pronunciou o discurso que vamos reproduzir em parte. De pé numa elevação, de onde dominava a assembleia, o Sr. Flammarion foi ouvido por todos e afirmou publicamente a realidade dos fatos espíritas, seu interesse geral na Ciência e sua importância futura. Esse discurso não é apenas um esboço do caráter do Sr. Allan Kardec e do papel de seus trabalhos no movimento contemporâneo, mas ainda, e, sobretudo, uma exposição da situação atual das Ciências Físicas, do ponto de vista do mundo in­visível, das forças naturais desconhecidas, da existência da alma e de sua indestrutibilidade.

Senhores,

"Submetendo-me, com deferência, no convite simpático dos amigos do pensador laborioso, cujo corpo terreno jaz agora aos nossos pés, lembro-me de um dia sombrio de dezembro de 1865. Eu pronunciava então as supremas palavras de adeus sobre o túmulo do fundador da Livraria Acadêmica, o honrado Didier, que foi, como editor, o colaborador convicto de Allan Kardec na publicação das obras fundamentais de uma doutrina que lhe era cara, e que morreu também subitamente, como se o céu tivesse querido poupar a esses dois espíritos íntegros o embaraço filosófico de sair desta vida por um caminho diferente do comum. A mesma reflexão se aplica a morte do nosso antigo colega Jobard, de Bruxelas.

"Hoje minha tarefa é ainda maior, porque eu desejaria poder representar ao pensamento dos que me escutam, e ao de milhões de homens que, na Europa inteira e no novo mundo, se ocuparam do problema ainda misterioso dos fenômenos ditos espíritas; desejaria, digo eu, poder representar-lhes o interesse científico e o futuro filosófico do estudo desses fenômenos (a que se entregaram, como ninguém ignora, homens eminentes entre os contemporâneos). Gostaria de lhes fazer entrever que horizontes desconhecidos verá o pensamento humano abrir-se à sua frente, à medida que estender o seu conhecimento positivo das forças naturais em ação em torno de nós; mostrar-lhes que tais constatações são o antídoto mais eficaz da lepra do ateísmo, que parece atacar particularmente a nossa época de transição, e, enfim, aqui testemunhar publicamente o eminente serviço que o autor do Livro dos Espíritos prestou à Filosofia, chamando a atenção e a discussão para fatos que, até agora, pertenciam ao domínio mórbido e funesto das superstições religiosas.

"Com efeito, seria um ato importante aqui estabelecer, diante deste túmulo eloquente, que o exame metódico dos fenômenos, erradamente chamados sobrenaturais, longe de renovar o espírito supersticioso e de enfraquecer a energia da razão, ao contrário, afasta os erros e as ilusões da ignorância e serve melhor ao progresso que a negação ilegítima dos que não se querem dar ao trabalho de ver.

Mas não é aqui o lugar para abrir a arena à discussão irreverente. Deixemos apenas descer de nossos pensamentos, sobre a face impassível do homem deitado à nossa frente, testemunhos de afeição e sentimentos de pesar, que fiquem, em sua volta e à volta do seu túmulo como um bálsamo do coração! E desde que sabemos que sua alma eterna sobrevive a esses despojos mortais, como lhes preexistiu; desde que sabemos que laços indestrutíveis ligam nosso mundo visível ao mundo invisível; desde que esta alma existe hoje tão bem como há três dias, e que não é impossível achar-se atualmente à minha frente, digamos-lhe que não quisemos ver apagar-se a sua imagem corporal e encerrá-la em seu sepulcro, sem honrar unanimemente os seus trabalhos e a sua memória, sem pagar um tributo de reconhecimento à sua encarnação terrestre, tão utilmente e tão dignamente realizada.

"De início, traçarei em rápido esboço as linhas principais de sua carreira literária.

"Morto aos sessenta e cinco anos, Allan Kardec havia consagrado a primeira parte de sua vida a escrever obras clássicas, destinadas sobretudo ao uso dos instrutores da mocidade. Quando, lá por 1850, as manifestações, em aparência novas, das mesas girantes, das batidas sem causa ostensiva, dos movimentos insólitos de objetos e de móveis, começaram a atrair a atenção pública e, mesmo, provocaram em imaginações aventurosas uma espécie de febre, devida à novidade dessas experiências, Allan Kardec, estudando ao mesmo tempo o magnetismo e seus estranhos efeitos, seguiu com a maior paciência e uma judiciosa clarividência as experiências e as tentativas tão numerosas, então feitas em Paris. Recolheu e pôs em ordem os resultados obtidos nessa longa observação, e com eles compôs o corpo de doutrina publicado em 1857, na primeira edição do Livro dos Espíritos. Todos sabeis que sucesso acolheu esta obra, na França e no estrangeiro.

"Atingindo hoje sua décima - sexta edição, ele espalhou em todas as classes esse corpo de doutrina elementar, que não é novo em sua essência, de vez que a escola de Pitágoras, na Grécia, e a dos Druidas, em nossa própria Gália, ensinavam os seus princípios, mas que revestia uma verdadeira forma de atualidade, por sua correspondência com os fenômenos.

"Depois desta primeira obra apareceram, sucessivamente: o Livro dos Médiuns, ou Espiritismo Experimental; Que é o Espiritismo? resumo sob a forma de perguntas e respostas; O Evangelho Segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno; A Gênese; e a morte veio surpreendê-lo no momento em que, em sua atividade infatigável, trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo.

"Pela Revista Espírita e a Sociedade de Paris, da qual era presidente, ele se havia, de certo modo, constituído em centro para onde tudo convergia, o traço de união de todos os investigadores. Há alguns meses, sentindo próximo o seu fim, preparou as condições de vitalidade desses mesmos estudos após a sua morte, e estabeleceu a Comissão Central que o sucede.

"Despertou rivalidades; fez escola sob uma forma um tanto pessoal; existe ainda alguma divisão entre os "espiritualistas" e os "espíritas". De agora em diante, senhores (tal é, pelo menos, o voto dos amigos da verdade), devemos estar todos reunidos por uma solidariedade confraternal, pelos mesmos esforços para a elucidação do problema, pelo desejo geral e impessoal da verdade e do bem.

"Quantos corações foram consolados, de início, por esta crença religiosa! Quantas lágrimas foram enxutas! Quantas consciências abertas aos raios da beleza espiritual! Nem todos são felizes aqui na Terra. Muitas afeições foram destruídas! Mui­tas almas foram adormecidas pelo ceticismo. Não será nada haver trazido ao Espiritualismo tantos seres que flutuavam na dúvida e que não mais amavam a vida física nem a intelectual?

"Allan Kardec era o que eu chamarei simplesmente "o bom senso encarnado." Raciocínio reto e judicioso, aplicava, sem esquecer, à sua obra permanente as indicações íntimas do senso comum. Aí não estava uma qualidade menor, na ordem das coisas que nos ocupam. Era - pode-se afirmar - a primeira de todas e a mais preciosa, sem a qual a obra não poderia tornar-se popular, nem lançar no mundo as suas raízes imensas.

Em maioria, aqueles que se entregaram a esses estudos lembraram-se de ter sido, na mocidade ou em certas circunstâncias especiais, testemunhas de manifestações inexplicadas; há poucas famílias que não tenham observado em sua história aconteci­mentos desta ordem. O primeiro ponto era aplicar a esses fatos o raciocínio firme do simples bom-senso e examiná-los segundo os princípios de método positivo.

"Como o próprio organizador deste estudo demorado e difícil previra, esta doutrina, até então filosófica, deve entrar ago­ra em seu período científico. Os fenômenos físicos, sobre os quais não se insistiu de começo, devem tornar-se objeto da crítica experimental, sem a qual nenhuma constatação séria é possível. Este método experimental, ao qual devemos a glória do progresso moderno e as maravilhas da eletricidade e do vapor, deve colher os fenômenos de ordem ainda misteriosa, a que assistimos, dissecá-los, medi-los, defini-los.

"Porque, senhores, o Espiritismo não é uma religião, mas uma ciência, da qual apenas conhecemos o á-bê-cê. O tempo dos dogmas terminou. A Natureza abarca o Universo. O próprio Deus, que outrora foi feito à imagem do homem, não pode ser considerado pela Metafísica moderna senão como um espírito na Natureza. O sobrenatural não existe. As manifestações obtidas através dos médiuns, como as do magnetismo e do sonambulismo. são de ordem natural e devem ser severamente submetidas ao controle da experiência. Não há mais milagres. Assistimos à aurora de uma Ciência desconhecida. Quem poderá prever a que consequências conduzirá, no mundo do pensamento, o estudo positivo desta Psicologia nova?

"De agora em diante a Ciência rege o mundo. E, senhores, não será estranho a este discurso fúnebre notar sua obra atual e as induções novas que ela nos descobre, precisamente do ponto de vista de nossas pesquisas."

Aqui o Sr. Flammarion entra na parte científica de seu discurso. Expõe o estado atual da Astronomia e o da Física, desenvolvendo particularmente as descobertas relativas à recente análise do espectro solar. Destas descobertas resulta que não vemos quase nada do que se passa em torno de nós na Natureza. Os raios caloríficos que evaporam a água formam as nuvens, causam os ventos, as correntes, organizam a vida do globo, são invisíveis para a nossa retina. Os raios químicos que regem os movimentos das plantas e as transformações químicas do mundo inorgânico são igualmente invisíveis. A Ciência contemporânea autoriza, pois, os pontos de vista revelados pelo Espiritismo e nos abre, por sua vez, um mundo invisível real, cujo conhecimento só pode esclarecer-nos quanto ao modo de produção dos fenômenos espíritas.

A seguir, o jovem astrônomo apresentou o quadro das metamorfoses, do qual resulta que a existência e a Imortalidade da alma se revelam pelas mesmas leis da vida.

Após a exposição científica, assim terminou ele:

"Aquele cuja visão é limitada pelo orgulho ou pelo preconceito e não compreendem esses desejos ansiosos de nossos pensamentos, ávidos de conhecimentos, que atirem sobre tal gênero de estudos o sarcasmo ou o anátema! Nós erguemos mais alto as nossas contemplações!... Tu foste o primeiro, ó mestre e amigo! tu foste o primeiro que, desde o começo de minha carreira astronômica, testemunhou uma viva simpatia por minhas deduções relativas à existência das Humanidades Celestes; porque, tomando nas mãos o livro Pluralidade dos mundos habitados, puseste-o a seguir na base do edifício doutrinário que sonhaste. Muitas vezes nos entretínhamos, juntos, sobre esta vida celeste tão misteriosa. Agora, ó alma! sabes por uma visão direta em que consiste essa vida espiritual, à qual todos retornaremos, e que esquecemos durante esta existência.

"Agora voltaste a esse mundo de onde viemos e colhes o fruto de teus estudos terrenos. Teu invólucro dorme aos nossos pés, teu cérebro está extinto, teus olhos estão fechados para não mais se abrirem, tua palavra não mais será ouvida!... Sabemos que todos nós chegaremos a esse último sono, à mesma inércia, à mesma poeira. Mas não é neste envoltório que pomos a nossa glória e a nossa esperança. O corpo cai, a alma fica e retorna ao Espaço. Encontrar-nos-emos num mundo melhor. E, no céu imenso, onde se exercitarão as nossas mais poderosas faculdades, continuaremos os estudos que na Terra dispunham de local muito acanhado para os conter. Preferimos saber esta verdade, a crer que jazes por inteiro neste cadáver, e que tua alma tenha sido destruída pela cessação do jogo de um órgão. A imortalidade é a luz da vida, como este sol brilhante é a luz da Natureza.

"Até logo, meu caro Allan Kardec, até logo."

Camille Flammarion

Fontes: Revista Espírita de Maio de 1869

Apresentação do site

Projeto "Começar pelo Começo"

Poucas pessoas conhecem a proposta de base moral com a conseqüência religiosa do Espiritismo, permanecendo a maioria na superficialidade, portanto, não usufruindo da sabedoria que os espíritos superiores passaram a Allan Kardec. A legítima fonte das verdades espíritas está exclusivamente na Codificação realizada por Allan Kardec.

As cinco obras fundamentais que versam sobre o Espiritismo são: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno, A Gênese.

Existem as consagradas obras complementares  que têm fortalecido as pilastras do edifício doutrinário.

O assunto pode ser lido na íntegra na entrevista abaixo.

Link: Segue a entrevista inédita de Jorge Hessen com o Ex-Presidente da FEB sobre os novos rumos da Doutrina Espírita e o Projeto “Começar pelo Começo”

O Filme da vida e o Trabalho de Allan Kardec

O Espiritismo De Kardec Aos Dias De Hoje - Filme Completo (Documentário Produzido pela Federação Espírita do Brasil)  

A História do Espiritismo - Allan Kardec O Codificador da Doutrina Espírita (Um breve histórico em áudio sobre a vida de Allan Kardec) 

Relação Biografias de Allan Kardec

Porta-Retrato Allan Kardec (Fotografias e Gravuras de Allan Kardec) Portrait de M. Allan Kardec, Dessiné et Lithographié par M. BERTRAND, Artiste Peintre. (Séc. XIX)

5 Biografias Completas de Allan Kardec
(André Dumas - Allan Kardec sua Vida e sua Obra, Carlos Imbassahy - A Missão de Allan Kardec, Chrysanto de Brito - Allan Kardec e o Espiritismo, Henri Sausse - Biografia de Allan Kardec, Julio Abreu Filho - Biografia de Allan Kardec)

Zêus Wantuil - Francisco Thiesen (Pesquisas Biobibliográficas sobre Allan Kardec - Vol. 01 e Vol. 2) (A Grande História do Movimento Espírita)

Biografia de Amélie Boudet (Mulher de Allan Kardec)

Ermance Dufaux (A médium de Allan Kardec)

Allan Kardec - Obras Póstumas (Biografia de Allan Kardec por A. Desliens - Discurso pronunciado junto ao túmulo de Allan Kardec por C. Flammarion)

1 - Obras Básicas da Doutrina Espírita

00 - Conteúdo Resumido das Obras de Allan Kardec

Allan Kardec - O Livro dos Espíritos (Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade - Segundo os ensinos dados por Espíritos superiores com o concurso de diversos médiuns - Recebidos e Coordenados por Allan Kardec -  Paris, 18 de abril de 1857)

Allan Kardec - O Livro dos Médiuns (Guia dos médiuns e dos evocadores, contendo o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações e os meios de comunicação com o mundo invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação ao Livro dos Espíritos por Allan Kardec - Paris, 15 de janeiro de 1861)

Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo (Contendo a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida - Por Allan Kardec - Paris, abril de 1864.)

Allan Kardec - O Céu e o Inferno (Contendo o exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte. Por Allan Kardec - Paris, 1º de agosto de 1865)

Allan Kardec - A Gênese (A Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. - A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. - Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. - Para Deus, o passado e o futuro são o presente. Por Allan kardec - Paris 6 de janeiro de 1868)

Baixar as Obras Básicas da Doutrina Espírita (Allan Kardec)

2 - Obras Complementares

Allan Kardec - O que é o Espiritismo (Introdução ao conhecimento do mundo invisível, pelas manifestações dos Espíritos. Contém o resumo dos princípios da Doutrina Espírita e resposta às principais objeções que podem ser apresentadas - Por Allan kardec - Paris, Julho de 1865)

Allan Kardec - O Principiante Espírita (Reprodução parcial (capítulos II e III) da obra “O que é o Espiritismo”)

Allan Kardec - Viagem Espírita em 1862 (Contém: 1. As observações sobre o estado do Espiritismo - 2. As instruções dadas nos diferentes Grupos - 3. As instruções sobre a formação de Grupos e Sociedades, e um modelo de Regulamento para seu uso - Por Allan Kardec - Paris, novembro de 1862)

Allan Kardec - A Prece Segundo o Evangelho (Mais do que uma simples coletânea de preces, este livro reúne o conteúdo dos capítulos 25 a 28 de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec, analisando e detalhando a prece em seus diversos aspectos: qualidade, eficácia, ação e inteligibilidade, bem como a felicidade, a paz de espírito e a serenidade)

Allan Kardec - Instruções Práticas sobre as Manifestações Espíritas (Esta é, possivelmente, a obra menos conhecida de Kardec: um manual dedicado aos médiuns. Lançada em 1858, ela serviu como uma espécie de “versão prévia” da obra definitiva “O Livro dos Médiuns”, que a substituiria, segundo as palavras de Kardec)

Allan Kardec - Revista Espírita (Importante periódico mensal publicado sob a responsabilidade direta de Allan Kardec nos anos de 1858 a 1869 - Edições da FEB)

3 - Folhetos de divulgação do Espiritismo

Allan Kardec - O Espiritismo em sua mais simples expressão (Exposição sumária do ensino dos espíritos e de suas manifestações - por Allan Kardec - Paris, 15 de janeiro de 1862) (A Primeira Obra Traduzida de Allan kardec para Língua Portuguesa por Alexandre Canu em 1862)

Allan Kardec - Resumo da Lei dos fenômenos espíritas (Algumas passagens extraídas dos numerosos artigos que Allan kardec publicou na Revista Espírita de 1858 a 1869)

4 - Textos organizados por terceiros, contendo textos extraídos das obras de Allan Kardec

Allan Kardec - Conselhos Reflexões e Máximas de Allan Kardec (Fragmentos extraídos dos doze primeiros anos da “Revista Espírita” publicadas por Allan Kardec)

Allan Kardec - Caráter da Revelação Espírita (Esse texto foi divulgado como opúsculo de Kardec; mas ele é, na verdade, uma cópia exata do capítulo I de “A Gênese”)

Allan Kardec - Resposta de Allan Kardec a um artigo publicado na Gazeta de Lyon, publicado em 1860 (A Defesa da Doutrina Espírita por Allan Kardec)

Allan Kardec - Resposta de Allan Kardec a uma mensagem dos espíritas de Lyon por ocasião do Ano Novo (Opúsculo que Allan Kardec dirigiu ao movimento espírita de Lyon publicado em 1862)

Allan Kardec - Estudo acerca da Poesia Medianímica (Coletânea de Poesias recebidas pelo médium Vavasseur, em que Kardec coloca seus comentários e interpretações), publicado em 1867)

Allan Kardec e a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas (Pesquisas de Fatos Históricos Dedicados a Doutrina Espírita)

Publicações de Jornais e Periódicos Espíritas Clássicos do Período de Allan Kardec (Jornal Espírita - O Eco de Além-Túmulo - Monitor do Espiritismo no Brasil, Journal Périodique - Le Spiritisme A Lyon, Journal Périodique - L' Union Spirite Bordelaise, Revista Mensual - El Criterio Espiritista, Journal Spiritisme - La Vérité - Lyon, Journal du Spiritisme - Le Sauveur des Peuples, Journal du Spiritisme - La Lumière, Journal du Spiritisme - La Voix d’Outre-Tombe, The Spiritual Magazine)

As Bibliografias Contidas nas Revistas Espíritas Publicados por Allan Kardec (1858 à 1869) (Ermance Dufaux, Barão de Guldenstubbe, Paul Auguez, Docteur Grand, Spirite de Metz, Le Spiritisme ou Spiritualisme A Metz, Clémence Guérin - Essai Biographique sur Andrew Jackson Davis, Fables et poésies diverses par Sprit Frappeur, Eugène Bonnemère, Michel Bonnamy, Henry Stecki, Élie Sauvage, Madame W. Krell, Jean Baptiste Borreau e muitos outros)

5 - Obras de Allan Kardec em outros idiomas

Obras de Allan Kardec publicadas em outros idiomas (Francês, Espanhol, Inglês, Italiano, Alemão, Países Baixos, Russo, Esperanto)

As Primeiras Edições das Obras Codificadas por Allan Kardec em Francês (Allan Kardec - Le Livre des Esprits - 14ª Édition (1866) , Allan Kardec - L'Évangile selon le spiritisme - 4ª Édition (1868), Allan Kardec - Le Livre des Médium - 6ª Édition (1863), Allan Kardec - Le Ciel et l'enfer ou La justice divine Selon le Spiritisme - 1ª Édition (1865), Allan Kardec - La Genèse - Les Miracles et les Prédictions Selon le Spiritisme - 4ª Édition (1868), Allan Kardec - Le Spiritisme à sa plus simple expression - 1ª Édition (1862), Allan Kardec - Qu'est-ce que le Spiritisme - 6ª Édition (1865), Allan Kardec - Résumé de la loi des phénomènes spirites - 1ª Édition (1864), Allan Kardec - Voyage Spirite en 1862 - 1ª Édition (1862), Allan Kardec - Caractères de la révélation spirite (1868), Allan Kardec - Instruction pratique sur les manifestations spirites - 1ª Édition (1858), Allan Kardec - Revue Spirite - Journal D' Etutes Psycholigiques - 1ª Édition (1858), Oeuvres Posthumes / Allan Kardec - 6ª Édition (1912))

6 - O Professor Rivail e Allan Kardec

01 - O Professor Rivail Obras raras publicadas pelo Prof. Rivail antes de se tornar o futuro Codificador da Doutrina Espírita (Allan kardec)

H.- L.- D. RIVAIL - Plano proposto para a melhoria da educação pública,
H.- L.- D. RIVAIL - Discurso pronunciado na distribuição de prêmios,
H.- L.- D. RIVAIL - Projeto de reforma de exames e de educandários para moças,
H. L. D. Rivail - Cours pratique et théorique d'arithmétique - Tome Premier/Tome Second,
H. L. D. Rivail - Cours complet théorique et pratique d'arithmétique contenant près de 3000 exercices.
02 - O Professor Rivail (O resgate histórico das lutas travadas antes de se tornar O Grande Codificador da Doutrina Espírita) Oferecemos mais um precioso “achado” que o site logrou nos bastidores das bibliotecas europeias. Brindamos os leitores espíritas com o original (sem tradução para o português) de uma relíquia literária, cujo autoria é creditada a Hippolyte Léon Denizard Rivail e Léonard Joseph Urbain Napoléon Gallois. Refere-se a uma peça teatral (comédia) chamada Une Passion de Salon que foi editada na França em 1846 e destinada aos espetáculos da Europa do século XIX.

Links Interessantes sobre Allan Kardec

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